sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Está ‪#‎grávida‬?


Veja algumas ‪#‎dicas‬ para você pensar antes de escolher o nome do seu bebê:
Menos é mais
Embora não seja proibido por lei, os resgistradores desaconselham grafias diferentes, com várias consoantes ou a letra “y” no lugar de “i”, por exemplo. Isso porque, além de dificultar a leitura do nome durante a alfabetização, a criança terá de soletrá-lo para o resto da vida na hora em que alguém perguntar.
Familiar aos ouvidos
Os pais devem repetir nome e sobrenome do bebê em voz alta com o intuito de avaliar a melodia. Além disso, o exercício ajuda a detectar possíveis cacofonias, isto é, sons desagradáveis formados pela combinação do final de uma palavra com o início da seguinte.
Impacto em longo prazo
Enquanto certos nomes são perenes – Maria, José, João, Ana... –, outros têm prazo de validade, como os de personagens de novelas, de atletas e de celebridades. A família pode e deve levar em conta suas preferências e seus ídolos, mas sem esquecer de que o filho é quem vai arcar com as consequências. Da mesma maneira, nomear a criança em homenagem a parentes pode gerar certa pressão, caso o filho entenda a escolha como missão.
Atenção aos homônimos
Quando a família tem um sobrenome popular, se escolher um nome igualmente comum, há chances de outras pessoas terem o mesmo nome que a criança – o que pode causar problemas para ela no futuro. E não apenas na hora da chamada na escola, como até questões judiciais. Nesse caso, vale pesquisar algo mais original ou optar por um composto.
Qual o significado?
Psicologicamente falando, o nome próprio é desprovido de sentido. Embora tenha origem e significado na língua, ele não determina quem a criança vai se tornar, nem quais qualidades terá. Ainda assim, vale a pena consultar um dicionário de nomes durante a gravidez para facilitar a escolha – e, quem sabe, evitar surpresas desagradáveis.
Via: Crescer


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